Após mais de 40 jogos e muitas caneladas, a Copa começa e pegar no breu. Os jogos decisivos estimulam a emoção. Aparecem boas surpresas e algumas decepções: França e, agora há pouco, Itália.
O que mais agrada aos olhos até então é o futebol sul-americano, que resgata sua criatividade ante o poderio defensivo dos europeus. Se não é um primor, pelo menos é mais ofensivo, intimida o adversário, enquanto os europeus se empenham primeiro em destruir para, se possível, criar algo. A Sérvia, a Dinamarca e a Suíça são ótimos exemplos.
Muito do que se viu até então se deve à forma de jogar das equipes. Todos aplicam-se como pequenos times europeus. Parece decreto que se use um 4-2-3-1 ou um 4-4-2, com suas malditas linhas defensivas. Mesmo os times mais "ousados" utilizam um falso 4-3-3, que se transforma num 4-5-1.
Com a chegada das oitavas, a coisa deve melhorar. A necessidade de vencer, principalmente por parte das grandes seleções, pode nos dar esperança de um futebol mais bonito. Mas que não se descarte aqueles com intenções de levar as pelejas até as penalidades. Esses simplesmente se utilizam de sua principal arma: a arte de defender.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
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